tempo. e estou falando no sentido do curso das horas, dos dias, meses, estações...
outro dia o ponteiro do meu relógio caminhava para trás e me atormentou por alguns minutos a possibilidade do tempo realmente estar retrocedendo.
retrocesso. um passo pra frente e dois pra trás. o que você tem na vida? onde estão teus bens materiais? tuas conquistas? tua formação? pra que você trabalha?
eu não vejo o tempo, mas sinto seus efeitos e apesar de invisível o tempo pesa.
é como olhar no espelho e não se reconhecer naquele reflexo. e lembrar que no fundo nunca se reconheceu. é não saber explicar. e não fazer questão de entender.
medo. medos tolos e infantis. de fogos de artifício, de vacas e cavalos.
coragem. de falar de sentimentos com naturalidade e mostrá-los, simplesmente porque não há nada de errado em senti-los. podem até não ser compreendidos, podem até não ser correspodidos... mas o que fazer com eles então? simplesmente guardá-los numa caixa com um laço de fita ou enterrá-los no quintal?
perdoa. eu deveria extravasar alegria, porque é assim que as pessoas normalmente fazem. uma felicidade forjada em insights de auto-ajuda. o mundo é um oásis de felicidade!
eu bem que poderia me adaptar e às vezes eu me sinto parte de tudo... mesmo que só por alguns momentos e eu até acho bom.
às vezes eu acho que vai funcionar, que dará certo. mas sempre tem um trouxa pra me lembrar que não...
eu poderia falar sobre mim. listar minhas preferências, ou a forma com que reajo as coisas do mundo. o que seria até apropriado em se tratando de um primeiro post meu por aqui. mas eu não teria muito o que dizer. e ultimamente tenho dispensado auto-afirmações [não, obrigada!]
poderia falar sobre ontem, ou sobre antes de ontem. sobre dez mil anos atrás. mas o passado que me rodeia às vezes precisa de uma picelada de cores, pra se encher de nostalgia e parecer bonito. e assim... ando meio no preto e branco. deixemos o passado pra lá.
sempre uma boa saida é falar sobre cinema, falar da vida dos outros, falar de poesia. mas hoje eu não quero falar. deixa-me escrever. escrever com o velho lápis e aquela compulsão por apontadores. ou ainda com lapiseira. a ponta frágil nunca resiste à pressão da mão sobre a escrita e quebra, quebra, quebra... até que eu desisto.
canetas. nunca simpatizei com elas. não gosto de coisas que não se pode apagar. canetas não me inspiram. canetas nã ome permitem mudar de idéia. mas tudo bem. não quero falar sobre as canetas. odeio elas!
a verdade clara e notória é que simplesmente não tenho nada de relevante que dizer. mas ainda assim o quis fazer. é só o primeiro momento prolixo por aqui. aplicando a máxima: 'fala demais por não ter nada a dizer'.
é isso aí!
prometo mais capricho na próxima vez.
poderia falar sobre ontem, ou sobre antes de ontem. sobre dez mil anos atrás. mas o passado que me rodeia às vezes precisa de uma picelada de cores, pra se encher de nostalgia e parecer bonito. e assim... ando meio no preto e branco. deixemos o passado pra lá.
sempre uma boa saida é falar sobre cinema, falar da vida dos outros, falar de poesia. mas hoje eu não quero falar. deixa-me escrever. escrever com o velho lápis e aquela compulsão por apontadores. ou ainda com lapiseira. a ponta frágil nunca resiste à pressão da mão sobre a escrita e quebra, quebra, quebra... até que eu desisto.
canetas. nunca simpatizei com elas. não gosto de coisas que não se pode apagar. canetas não me inspiram. canetas nã ome permitem mudar de idéia. mas tudo bem. não quero falar sobre as canetas. odeio elas!
a verdade clara e notória é que simplesmente não tenho nada de relevante que dizer. mas ainda assim o quis fazer. é só o primeiro momento prolixo por aqui. aplicando a máxima: 'fala demais por não ter nada a dizer'.
é isso aí!
prometo mais capricho na próxima vez.
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