Seguinte. Houve toda uma mobilização pra fazer o livro-blog e agora o povo tá sumido, né?
Bom, entrei nessa assim que vi a novidade e até agora aind anão postei nada, chegou minha vez.
(Só pra me apresentar...) xB
Eu sou a Heloísa, tenho um gosto musical meio peculiar, meu pokemon favorito era o Psyduck e eu tenho aquele jeitinho de autista que acho que vocês conhecem, né.
Estou no primeiro e interminável semestre de psicologia, entrei de alegre no curso, prestei por falta de opção, e tô gostando até. Mas eu queria é ser médica.
Eu fiz o teste de personalidade há bastant(inho) tempo, nvi numa comunidade de Jung. Aí fui ver a comunidade dos INFP's, caaara, me admirei, só tinha gente legal, paguei pau, fiquei orgulhosa por, de certa forma, pertencer àquele grupo. Lembro até que tentei conversar com uams pessoas que não vou falar o nome por vergonha, mas não travei bons diálogos nesse dia.
Eu peguei o costume de responder aos tópicos, embora às vezes seja monossilábica, já conversei, já tenho gente no msn. Ai, até pensando nas pessoas que não conheço, só vejo nos tópicos pelos quais às vezes chego a passar em silêncio, meu, me sinto tão à vontade.
INFP, uma quase família. :)
(Brinks, gosto muito mas às veze stenho medo de me achegar por que acho que vão pensar bosta de mim e me detestar. ;.;). Normal. xB
uma saudade, um sentimento
"a gente tem andado em sintonia tão distinta..."
e o que se há de fazer..?
ontem te encontrei, mas não lembro bem se foi pela rua, na vitrine, no comercial da tv ou naquele sonho q, se pudesse, estaria dormindo até agora; seja onde for, nem lembro muito, mesmo...
quando a gente cresce, tem aquela liberdade pra abrir a geladeira e roubar uma lata de cerveja do seu tio sem culpa e sem necessidade de esconder os vestígios de sua presença ali... quando a gente cresce, um ato como esse pode até lhe dar uma certa "autonomia", quando em outros tempos resultaria em repreensão.
amar é tão difícil: parece que você rouba de si mesma pra receber sua própria sentença de culpa...
que dolorosa culpa..!
só por que ele gosta de vermelho e você tem todas as paredes pintadas de azul..? por que você gosta de falar sobre sentimentos e emoções de tudo a sua volta e ele se interessa por futilidades..? (porque, na verdade, tem medo de falar sobre si - oh..! ele parece forte e é tão covarde..! fugindo de si mesmo... =/ )
- mas ele acha que fraca sou eu.
mesmo sabendo que eu sei; mesmo se esforçando pra disfarçar sua fragilidade.
e seu olhar de admiração transforma-se num olhar de "não te entendo"; e seu olhar que era doce agora é distante observador; e o amor é uma súplica, uma pena ou "sinto muito por nós".
ninguém sabe para onde ir, mas vai...
por isso repreendemos, temos medo: essa é a falta que faz...
saber.
se isso não importasse tanto...)))
e o que se há de fazer..?
ontem te encontrei, mas não lembro bem se foi pela rua, na vitrine, no comercial da tv ou naquele sonho q, se pudesse, estaria dormindo até agora; seja onde for, nem lembro muito, mesmo...
quando a gente cresce, tem aquela liberdade pra abrir a geladeira e roubar uma lata de cerveja do seu tio sem culpa e sem necessidade de esconder os vestígios de sua presença ali... quando a gente cresce, um ato como esse pode até lhe dar uma certa "autonomia", quando em outros tempos resultaria em repreensão.
amar é tão difícil: parece que você rouba de si mesma pra receber sua própria sentença de culpa...
que dolorosa culpa..!
só por que ele gosta de vermelho e você tem todas as paredes pintadas de azul..? por que você gosta de falar sobre sentimentos e emoções de tudo a sua volta e ele se interessa por futilidades..? (porque, na verdade, tem medo de falar sobre si - oh..! ele parece forte e é tão covarde..! fugindo de si mesmo... =/ )
- mas ele acha que fraca sou eu.
mesmo sabendo que eu sei; mesmo se esforçando pra disfarçar sua fragilidade.
e seu olhar de admiração transforma-se num olhar de "não te entendo"; e seu olhar que era doce agora é distante observador; e o amor é uma súplica, uma pena ou "sinto muito por nós".
ninguém sabe para onde ir, mas vai...
por isso repreendemos, temos medo: essa é a falta que faz...
saber.
se isso não importasse tanto...)))
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Pessoal,
Thaís Rachel
Essa bagunça
que é ser INFP.
É não conseguir se fixar em um objetivo quando o tesão passa.
É se apaixonar todo dia, sempre pela pessoa errada.
E curtir uma fossinha de vez em sempre.
É cuidar dos outros e esquecer de si.
É ter vivido mil vidas dentro da sua cabeça.
É ter o quarto mais caótico do mundo.
E também é conseguir achar o que procura no meio daquela confusão.
É se distrair e deixar queimar a comida.
É ter uma saudade desgraçada de um lugar aonde nunca se esteve.
É ser estranho e sincero num mundo-cão FDP.
E amar todo mundo, apesar de tudo.
o que não muda o fato de que cada um é cada um e muita gente não é muita coisa aí de cima, mas ainda assim é muita coisa sim. pra mim, tem muito mais, sou quase t também, mas paro por aqui, nesse post sobre minha maior parte f. que é minha e ninguém tasca!
É não conseguir se fixar em um objetivo quando o tesão passa.
É se apaixonar todo dia, sempre pela pessoa errada.
E curtir uma fossinha de vez em sempre.
É cuidar dos outros e esquecer de si.
É ter vivido mil vidas dentro da sua cabeça.
É ter o quarto mais caótico do mundo.
E também é conseguir achar o que procura no meio daquela confusão.
É se distrair e deixar queimar a comida.
É ter uma saudade desgraçada de um lugar aonde nunca se esteve.
É ser estranho e sincero num mundo-cão FDP.
E amar todo mundo, apesar de tudo.
o que não muda o fato de que cada um é cada um e muita gente não é muita coisa aí de cima, mas ainda assim é muita coisa sim. pra mim, tem muito mais, sou quase t também, mas paro por aqui, nesse post sobre minha maior parte f. que é minha e ninguém tasca!
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Poesia,
Thiago
Apresentação
Primeira postagem. Olá, meu nome é Raquel Chaves (apelido de infância: Chapolin). Sou oriunda das terras quentes do Rio de Janeiro e não tenho o sotaque muito carregado.
Não sei direito me definir, mas ser INFP e ver que existem pessoas como você significa que você não é tão único como achava que era (pelo menos pra mim, haha). Sou canhota e tenho os olhos meio puxados (é o que dizem, mas eu sempre tive certeza que os meus olhos eram bemmm ocidentais).
Creio que sou uma pessoa que se vê com muitos defeitos e pouca ou nenhuma qualidade. Aliás, eu vivo me contradizendo. Eu sou muito distraída, mas presto atenção nos detalhes. Gosto dele.s Os detalhes são o que dá riqueza em tudo, é o que faz tudo ficar único.
A timidez sempre foi uma coisa muito presente em mim (que post mais egocêntrico!), sempre tive problemas com ela — a mardita! Algumas pessoas pensavam que é arrogância. Sempre tive problemas com relação as pessoas em geral. Detesto com todas as forças falar em público ou ficar no meio de muita gente desconhecida, de repente dá um embrulho, uma coisa assim, sei lá, começo a gaguejar. Prefiro uma folha de papel, ficar escrevendo.
Nunca fiz parte das massas, nunca tive muitos amigos, nunca me preocupei exatamente com o que as pessoas pensavam com o que eu deveria me preocupar.
“Você tem que se arrumar mais, filha!” — disse mamãe, ao reparar que eu ia ter um desleixo com a aparência pra sempre. Eu lembro exatamente que estava com um blusão rasgado, meias e calcinha (?). Nada sexy.
Às vezes fico notando o quanto mudei e o quanto eu não mudei. Sou uma tímida com ataques de impulsividade e extroversão… Contraditório. Não canso de dizer isso, o quanto as coisas são contraditórias pra mim. Eu acho que amor é pra sempre e ao mesmo tempo não é. Eu acho que amor é pra sempre mas eu acho que acaba. Mas “nunca” e “sempre” são coisas que, para mim, não existem. Evito a todo custo me apaixonar, assim, de verdade. Tento evitar, na verdade, porque não é muito difícil. Eu gosto dos defeitos.
Amores platônicos e temporários são inerentes a mim. Todo o dia tenho um. Uns eu esqueço, outros estão na minha cabecinha confusa até hoje.
O amor é uma concepção muito bonitinha. Tento fazer com que todos os meus relacionamentos sejam intensos e loucos (porque isso é importante pra mim), porque normalmente não duram muito. É uma dificuldade ter relações duradouras, em todos os aspectos. É que eu complico tudo, mania de complicar, mania de ser chata, mania de ser tudo. Mania de querer agradar a todo mundo, não lido bem com críticas.
Normalmente tento manter uma máscara de guriazinha forte e insensível. Não quero que todo mundo saiba que eu sou uma manteiga derretida por dentro.
às vezes eu acho que é insegurança. Tenho certeza, na verdade. Insegurança, te odeio! Maldita! Insegurança e indecisão. Eu gosto das opções, mas se elas não existissem seria tudo tão mais fácil.
às vezes eu acho que é insegurança. Tenho certeza, na verdade. Insegurança, te odeio! Maldita! Insegurança e indecisão. Eu gosto das opções, mas se elas não existissem seria tudo tão mais fácil.
Tem gente que nunca vai saber o que é solidão. Eu sei o que é solidão, eu até gosto dela, dos meus momento sozinha. Mas não gosto de me sentir só. Dá pra entender?
Eu falo, falo… É só a minha visão sobre as coisas, porque, apesar de temos coisas em comum, irmãos, todos nós somos únicos (se bem que existem pessoas que mais parecem xerox uma das outras).
Sou avessa a essas cousas mundanas. Explico: se morasse sozinha, minha casa seria um caos. Lavar louca, arrumar casa, ôxe, não é comigo. Não mesmo.
Imponho padrões altíssimos pra mim e isso, realmente, é um problema. Perfeccionismo, se bem não é realmente um problema, mas, poxa, eu deveria gostar de mim do jeito que eu sou como todo mundo. Todo mundo?! Sei lá.
Odeio conflitos, brigas, etc. Porque eu não sei lidar muito bem com as pessoas, mas me esforço ao máximo para entendê-las. Às vezes consigo, quase sempre, na verdade.
Mas, parece que quando você não gosta de alguma coisa, parece que essa é a coisa mas presente na sua vida, uma saliência. Acho que só atraio gente louca & psicótica (bem tipo eu, assim, haha).
Posso dizer uma coisa? É que com todo este poder em minhas mãos, eu preciso botar isso pra fora. Ó, eu odeio Exatas com todas as minha forças. Perdão, mas é que eu não poderia deixar isso passar em branco. Sempre me passam a perna na hora de devolver o troco (de centavos, é lógico… Ou não).
Estou preocupada do que vão achar de toda essa besteira que escrevi. Tentem não criticar muito, tá? Prometo que não choro. Hahaha. Taí: preocupação. Me preocupo com tudo, me preocupo até com as preocupações dos outros. Eu me preocupo tanto com até o que eu não sei o que é!
Às pessoas dizem que eu tenho que falar mais, realmente, faz sentido. Pensa bem, se eu estou escrevendo esse texto enorme que as pessoas terão preguiça de ler, é porque me falta tagarelar mais.
É isso. Beijo.
P.S.: Hoje é meu aniversário!
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Raquel
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